• NOTÍCIAS
  • 15 de Abr, 2019

    Formadoras com amor e coragem superlativos

  • 14 de Abr, 2019

    Abraçando a humildade de Cristo

  • 13 de Abr, 2019

    Procedimentos de avaliação

  • 12 de Abr, 2019

    Comunidade formativa

  • 11 de Abr, 2019

    Comunicação e Missão

  • 10 de Abr, 2019

    Votos e Missão

  • 09 de Abr, 2019

    Com o Sínodo da Juventude e as Irmãs professas temporárias

  • 08 de Abr, 2019

    Nos Passos de Inácio

  • 07 de Abr, 2019

    Formação Inicial - Encanto e desafio

  • 06 de Abr, 2019

    Discernimento Espiritual

  • 05 de Abr, 2019

    Acompanhamento Vocacional

  • 04 de Abr, 2019

    O que é discernimento?

  • 03 de Abr, 2019

    Peregrinas a caminho

  • 02 de Abr, 2019

    Formada por Jesus para dar pés ao sonho

  • 31 de Mar, 2019

    Visitando lugares sagrados

  • 29 de Mar, 2019

    Chegada das participantes 29/03

  • 10 de Mar, 2019

    Voltar a desejar

  • 18 de Fev, 2019

    O Jovem, a fé e o Discernimento Vocacional

  • O Jovem, a fé e o Discernimento Vocacional

      

     

    Foi um privilégio para mim, como membro da UISG, participar da XV Assembléia Geral Ordinária, Sínodo dos Bispos, realizada de 3 a 28 de outubro de 2018 em Roma, Itália, com o objetivo de cuidar e acompanhar os jovens em sua jornada de discernimento vocacional durante este tempo de “mudança de época” na sociedade e na Igreja. Os organizadores viam o discernimento como um instrumento pastoral, capaz de identificar os caminhos que os jovens de hoje devem seguir. O discernimento não foi apenas para ajudar os jovens a ver seu caminho mais claramente, mas, para a Igreja ouvir sua realidade vista através dos olhos dos jovens, para que ela pudesse escolher fazer as mudanças necessárias para abraçar os jovens com suas esperanças, sonhos e perguntas, permitindo que eles sejam líderes na Igreja.

     

    Conhecer a realidade da juventude em nossa Igreja envolveu uma escuta atenta de suas experiências e de suas buscas de como melhor seguir Jesus e qual a melhor maneira de encontrar Deus. Era essencial que os Cardeais, os Bispos e todos os participantes vissem o contexto  atual em que os jovens vivem, não o que presumimos ser sua realidade. Isso aconteceu no Salão do Sínodo, em pequenos grupos de discussão e durante os intervalos e saídas.

     

    Fiquei impressionada com o nível de abertura e aceitação de todos os participantes, mas especialmente dos cardeais e bispos, que realmente tentaram escutar uns aos outros e aos jovens e permitir que os jovens respondessem ou reagissem à sua própria maneira, incluindo aplausos no Salão do Sínodo, quando ouviram o que consideraram apresentações cheias de esperança.

     

    Alguns dos jovens participantes do Sínodo e os que estiveram presentes nas reuniões pré-sinodais nem sempre se sentiram em casa ou foram bem- vindos à nossa Igreja. Enquanto muitos estavam envolvidos de alguma forma com a Igreja, muitas vezes como ministros da juventude ou diretores diocesanos da juventude, outros eram menos engajados. Uma jovem, criada como católica, nomeou-se agora como ateia, no entanto, uma pessoa que estava a procura.

     

    Os jovens pediram que os escutássemos, de maneira diferente, sem julgá-los e o que ouvíssemos em liberdade, estando dispostos a dialogar com eles. Os jovens querem que passemos tempo com eles e confiemos que não são jovens demais para serem responsáveis ou líderes em nossa Igreja. Os jovens são cheios de paixão, com experiências de vida variadas, algumas muito duras e dolorosas, como viver diariamente com a guerra no Iraque, ficar sem casa, ter pais abusivos.

     

    Todos eles têm  sede de aprofundar sua fé, conhecer mais sobre Deus e se envolver mais na Igreja. De nós, esperam respeito, aceitação, transparência, autenticidade, tempo, espaços onde possam se reunir conosco e compartilhar de nossa vulnerabilidade e nós compartilharmos com eles.

     

    Eles querem que todo o povo de Deus seja bem-vindo em nossas Igrejas, independentemente de seu gênero, orientação sexual, raça, status econômico. Os jovens nos oferecem grande generosidade, paixão por Deus, serviço aos mais pobres, energia para viver sonhos e apoiar a Igreja nos bons e maus momentos. De fato, em um dos últimos dias, ao oferecer ao Papa alguns pequenos presentes, um declarou: “e sempre apoiaremos você e nossa Igreja nos bons e maus momentos”. Foi um momento muito comovente e um apelo a cada um de nós.

    Ir. Sally Hodgdon







    ORAÇÕES - HINO - MÚSICAS MP3

    Vídeos

    Galeria de Fotos

    PARTILHA DAS PARTICIPANTES
  • S. Bibiana, S. Namita, S. Harshita, S. Francisca, S. Helena

     Para que a Vida Religiosa sobreviva hoje, há apenas um caminho: Ser Discípula Radical de Jesus. Significado: Ser, viver e testemunhar apenas o seu caminho em todas as esferas da nossa vida. (Bibiana, Namita e Harshita - Nirmala)

    Os sapatos estão aí! Mas eles podem ser reajustados. Estamos vivendo um tempo sagrado e as pessoas são sagradas, é necessário nos prepararmos para experimentar o SAGRADO, para que esses sapatos não nos machuquem e assim, podemos aproveitar o novo que está surgindo. (Francisca Dias de Medeiros)


    Desafiada em assumir com renovado ardor a minha opção por Jesus Cristo, dando tudo de mim, no momento, ajudando as noviças a assumirem o essencial da Vida Religiosa Consagrada com consciência, vigor e alegria o Projeto de Jesus Cristo e seu Reino. (Helena T. – Brasil)
  • S. Marinice, S. Jaya, S. Shanti, S. Anna

     
    Os pés grandes de nossas obras não entram mais no sapato que usamos. Eis um grande desafio para a formação inicial e contínua não cortar os dedos de quem chega e nem jogar fora os sapatos históricos da Instituição. As obras são hoje o nome de nossa crise?

    Os sapatos de nossa história- são dons belos e preciosos, mas no processo formativo não podemos apagar os sonhos de quem chega, os valores, as riquezas culturais, à nova compreensão de missão à luz do Carisma de Unidade na diversidade, impondo sobre elas o peso de nossa história. É necessário encontrar um equilíbrio. As novas vocações precisam ter consciência que abraçando o Carisma, abraçam também a história, as tradições, os valores e a vida de nossas predecessoras! Da parte da Instituição precisa abertura para favorecer novas experiências, novo jeito, nova expressão do Carisma. (Marinice – Brasil)


    "Enraizadas e firmemente firmadas em Jesus Cristo, nós nos movemos além das fronteiras para amar e servir com dedicação e compromisso. (Jaya Nagpur)

    "Tome o passado, adote para o presente e arrisque o futuro com profundo enraizamento em Deus e em sua missão". (Shanti e Anna)
  • S. Madina, S. Rohini, S. Sheela, S.Shubha, S. Namrata, S. Sirisha

     

    As respostas que somos chamadas a dar, como a Vida Religiosa, neste momento, devem ser arriscadas, ousadas, capazes de receber críticas com humildade e perseverança. Vamos ouvir atentamente a voz do Espírito Santo, que dá sabedoria e mostra o caminho para aqueles que confiam nEle. Quando estamos inseguros, recorremos às regras. Enquanto, quando há confiança, outros meios, estratégias são buscadas, acompanhadas, ouvidas e respeitadas. (Madina  Bolívia)


    O verdadeiro discipulado é um convite para seguir o caminho de Jesus em generosidade e compromisso. (Sheela  Tanmaya)

     “A sede de Deus e a experiência de Deus capacitam as formadoras a colocarem os pés nos sapatos”. (Rohini, Namrata, Shubha, Sirisha Pachmarhi)
  • Shanti, Anna, Vidhya, Jaya

     "Pegue o passado, adote o presente e arrisque o futuro com profunda enraizamento em Deus e em sua missão". (Shanti e Anna)

      "Seguindo os passos do Jesus Radical". (Vidhya - Tanmaya)

      Enraizados e firmemente firmados em Jesus Cristo, nós nos movemos além das fronteiras para amar e servir com dedicação e compromisso. (Jaya - Nagpur)