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  • Conselho Amplo 2017

    30 de Set, 2017

    Interculturalidade e Presença Missionária


    O último dia do Conselho Amplo voltou-se para o importante tópico da interculturalidade. Em sua introdução a este assunto, Ir. Mariaelena perguntou às Irmãs qual é a diferença entre interculturalidade e multiculturalidade, bem como entre multiculturalismo e interculturalismo.Como Congregação internacional somos uma multiculturalidade, com diferentes culturas existindo lado a lado. Isto acontece na congregação como um todo e em muitas comunidades dentro de certo país ou missão. Ser intercultural significa entrar num processo de transformação integrando elementos de outras culturas. Neste momento histórico, as religiosas têm oportunidade de ser uma presença profética, dando exemplo de vivência intercultural. Para isso, cada uma de nós deve conscientizar-se de suas suposições sobre outras culturas, aprender a apreciar e valorizar o que é diferente, a mudar seu comportamento, a ter cuidado para que a linguagem de seu corpo não reflita algum julgamento negativo sobre a outra. Para passar da negação das diferenças relativizando-as e aceitando-as para, finalmente, adaptar-se e fazer mudanças pessoais, é um processo longo e vagaroso. 
     
    Em seguida, tivemos o prazer de ouvir quatro Irmãs que participaram do programa sobre interculturalidade, no Centro Internacional do Puy. Ir. Katia (Brasil) e Ir. Ophelia (Nirmala, Índia) participaram do primeiro programa, em maio 2016, enquanto  Ir. Anette (Noruega) e Ir. Mariaelena (Conselheira Geral) participaram da terceira sessão, em maio 2017. Todas apreciaram o programa e falaram do quanto o que aprenderam tocou suas vidas. Parte do valor do programa é a reunião de irmãs de diferentes países, diferentes continentes e diversas congregações. Deu-lhes uma experiência viva da diversidade cultural, abriram suas mentes e as tornou mais atentas às suas próprias atitudes e suposições a respeito de suas culturas. Como programa, que era mais experiencial do que intelectual, desafiou cada uma a ter maior consciência do impacto da interculturalidade e a partilhar o que aprenderam com suas irmãs.
     
    À tarde, Ir. Jona falou sobre nossa presença missionária na Savoia. Atualmente, há duas irmãs do Brasil e sete da Índia, incluindo três noviças, morando na França. Isto foi uma bênção para as irmãs na França, mas exigiu também ajustes delas. Esta presença, que foi discutida nos dois últimos Capítulos Gerais, é um compromisso congregacional e cada província, região ou missão, devem considerar como elas podem apoiar esta aventura.
    O dia acabou com um jantar especial e uma noite de relax e entretenimento com nossas irmãs norueguesas.
     




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