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  • Conselho Amplo 2017

    22 de Set, 2017

    Formação


    As celebrações de aniversário tiveram continuidade, hoje, com o aniversário de Ir. Navya (CIC) e duas jovens Vietnamitas  que estão em formação: Mai Teresa e Laura. Isto combinou bem com o assunto do dia – Formação Inicial e Contínua.
     
    O dia iniciou com uma reflexão pessoal sobre formação em duas perspectivas: 1) Até que ponto é relevante o processo de formação diante dos sonhos e aspirações daquelas que estão entrando na Congregação? 2) Quais são os novos desafios que encontramos tanto na formação inicial quanto na formação contínua? Entre as ideias que surgiram, citamos: - há diferenças significativas nos países europeus referentes à formação inicial e contínua; - é importante distinguir o processo de formação das mulheres que entram na vida religiosa em seus 30, 40 e 50 anos daquelas que entram em sua adolescência ou seus 20 anos; e a importância de que todos os membros vivam uma vida religiosa autêntica, continuando a aprender e a crescer.
     
    Depois que o grupo acompanhou as estatísticas e algumas fotos das postulantes, noviças e professas temporárias das diferentes províncias e regiões, Irmã Philo apresentou alguns pontos que a Congregação enfrenta relativos à formação, inclusive o seguinte. Se houver necessidades diferentes para candidatas mais velhas e as jovens, deveria haver mais de uma casa de formação numa certa província ou região? Como podemos trabalhar diante do fato de não termos pessoal suficiente bem-preparado para assumir esta função?  E como ter certeza de que aquelas que acompanham as candidatas estão entre as melhores formadoras? Estamos nós insistindo para que todas as pessoas em formação têm um(a) diretor(a) espiritual? E todas as líderes estão dando exemplo disto? Enquanto o processo de formação for diferente nos diversos países e culturas, até que ponto podemos abandonar os critérios básicos tentando ser sensíveis culturalmente? Como nosso programa de formação pode responder adequadamente à constante presença da tecnologia e da mídia na sociedade? Deveríamos pensar em abrir uma casa internacional de formação? Estes são alguns dos pontos que a congregação está enfrentando na área da formação.
     
    Quatro jovens vietnamitas partilharam algumas reflexões sobre sua experiência na formação. Falaram das imensas diferenças entre as culturas norueguesa e vietnamita: cultura, clima, comida, modo de pensar e o sistema político. Todas elas ressaltaram que se sentem como se estivessem com sua segunda família aqui, pois a família é muito importante.
     
    Anette, que é responsável pelas candidatas, postulantes e noviças com a ajuda das Irmãs Marit  e Gunhild, assim como de duas associadas leigas, relatou como ela tem sido desafiada a abrir-se a outras maneiras de pensar. O maior desafio é tentar encontrar um equilíbrio para estas jovens entre  inculturarem-se na Noruega e respeitar sua própria cultura vietnamita. Apesar disso, seu enorme sentimento é de alegria e profundo amor para com essas mulheres que irradiam entusiasmo e amor.
     
    A discussão continuará e planos para uma sessão internacional de formação estão acontecendo. Ficou claro, após todas as discussões e comentários, que a formação é um processo de toda a vida no qual todas estão envolvidas. 
     
     




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