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  • Conselho Amplo 2017

    21 de Set, 2017

    Ouvindo Experiências Novas


    Na quinta-feira, os membros do Conselho Amplo apreciaram a história e a cultura da Noruega visitando o Museu dos Vikings, o Museu Histórico, as esculturas do Parque Vigeland e o maravilhoso prédio moderno Ópera. Depois de um dia imerso na beleza da Noruega, retornamos a Grefsen onde celebramos os 85 anos de Ir. Sílvia, que, como responsável da cozinha, assegura que, todos os dias, tenhamos uma deliciosa comida.
     
    Como é a primeira vez que a maioria das Irmãs vêm a Oslo, também é a primeira vez que onze delas participam de um Conselho Amplo, embora algumas já foram delegadas ao Capítulo Geral. Para Josiane Mota Coelho (Tanzânia), Rosane Steffenon e Ana Paula Ribeiro (Brasil) é o primeiro encontro internacional de líderes. Para Maria Cristina Gavazzi (Itália), Katia Rejane Sassi (Brasil), Cecilia Berno (Brasil), Philo Pichapilly (Nagpur, Índia), Annies Padayattil (Pachmarhi, Índia), Ophelia Fernandes (Nirmala, Índia), Jaya Matthew (Republica Checa) e Barbara Mullen (EUA) é o primeiro Conselho Amplo apesar de terem estado presentes em ao menos um Capítulo Geral.  
     
    Ophelia está admirada pela beleza deste país e a bênção deste encontro. Ela disse: “Estar na Noruega, país com um cenário de beleza ímpar e encontrando rostos familiares e outros desconhecidos, está sendo uma experiência muito rica para mim. Sinto que estamos caminhando, mais e mais, na UNIDADE apesar de nossas muitas culturas e diversas realidades.” O tema da unidade foi sentido por muitas. Katia está vendo o Conselho Amplo como uma oportunidade “de vivenciar a unidade e a interdependência como corpo congregacional”. Disse ainda: “Sinto-me desafiada a alargar a tenda do meu coração, a ousar o mistério do encontro e a crescer no diálogo contemplativo”. Barbara viu o encontro espelhando, de certa forma, um Capítulo Geral e a unidade que o encontro reflete. Para ela, “Encontrar aquelas que conhece, e encontrar as que não conhece são todos momentos de encontro que trazem luz em nossas diferentes culturas, bem como destacam as semelhanças de quem somos como UM corpo de mulheres religiosas consagradas”. Rosane considera este momento muito significativo para ela: “Este Conselho Amplo possibilita-me experienciar, de maneira nova, o mistério de Deus em nossas vidas, nas diferentes expressões culturais e na presença das diversas realidades em que estamos inseridas. O mistério se revela na ousadia do encontro.” O mistério do encontro ecoa nas palavras de Ana Paula: “É uma experiência significativa da vivência do Mistério do Encontro com nossas Irmãs de diversas culturas e realidades desafiadoras, exercitando-nos no diálogo contemplativo. Como jovem Irmã, sinto-me desafiada a responder com generosidade e amor aos apelos que Deus nos faz através dos gritos e clamores da humanidade e do carisma de nossa Congregação de Irmãs de São José.
     
    Josiane  vê isto como um desafio a ir além do que é familiar: “Participar do Conselho Amplo pela primeira vez,está sendo, para mim, muito enriquecedor porque me ajuda a ter uma visão maior da congregação. É como se eu pudesse ver uma fotografia que sintetiza a vida da Congregação no mundo e isso me ajuda a pensar além de minha própria realidade. Sinto-me mais corpo, mais uma com as outras e me compromete mais na construção atual da nossa vida. Encontrar a outra num nível profundo é um dos valores deste encontro. Nas palavras da Philo, “Para mim, toda pessoa participando deste encontro se revela como um tesouro de sabedoria, experiência e espiritualidade. Realmente, eu sinto que esta reunião é muito importante nesta época da minha vida, como a força transformadora da sabedoria comunitária está me penetrando através de meu grupo de oração e o diálogo contemplativo num grupo de amigas.” Para Cecília, a importância do encontro inclui o elemento da liderança: “Porque é um encontro de líderes, ele nos dá a oportunidade de compreender e aprimorar esse ministério. As partilhas das realidades da Missão e nossa convivência são uma grande riqueza.”
     
    Cristina  resumiu estes primeiros dias em sua referência com aquilo que Dra. Ruth Patterson disse: “O ministério terreno de Jesus foi caracterizado por ir além de todas as barreiras possíveis de raça, gênero, religião, cultura. Ao entrar na realidade viva de nossas províncias, regiões e missões ou pensar sobre o pedido das Irmãs de São José de Handan, China, ouvimos apelos que não podem ser desvalorizados ou deixados de lado.” Sem dúvida, os próximos dias contemplarão o começo das respostas para algumas destas questões.
     




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